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segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Bell 429




  • Tripulação: 1 piloto
  • Capacidade: 7 PSGR (6 no compartimento de pax e 1n ao lado do piloto)
  • Comprimento: 41 ft 8 in (12.7 m)
  • Diametero do Rotor: 36 ft (10.97 m)
  • Altura: 13 ft 3 in (4.04 m)
  • Peso vazio: 4,245 lb (1,925 kg)
  • Carga útil: 2,755 lb (1,250 kg)
  • Peso maximo para decolagem: 7,000 lb (3,175 kg)
  • Gerador: 2× Pratt & Whitney Canada PW207D1 turboshaft, 625 shp (466 kW); 730 shp (545 kW) potência de decolagem cada.
  • Volume da cabine: 204 ft³ (5.8 m³)
Performance

 
  • Velocidade que não pode exceder: 155 kn (178 mph, 287 km/h)
  • Velocidade de cruzeiro: 150 knots (169 mph, 273 km/h)
  • Alcance: 390 nmi (449 mi, 722 km)
  • Teto: 20,000 ft (6,096 m)



terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

ROBINSON R-22



Helicóptero leve, monomotor, com dois rotores (principal e de cauda), com acomodações para dois ocupantes. Simples, básico, sem mistério e econômico.

Ficha Técnica


• Fabricante: Robinson Helicopter (E.U.A.)
• Nº de assentos: 02
• Motor(es): 1 Avco Lycoming O-360 de 180 HP
• Diâmetro do rotor principal: 7,70 m (25,20 pés)
• Peso vazio: 395 Kg (870,81 libras)
• Peso máximo na decolagem : 622 Kg (1.371,26 libras)
• Velocidade de cruzeiro: 118,91 Km/h (75 kt)
• Velocidade máxima : 188,9 Km/h (102 kt)
• Autonomia : 03:43 h


domingo, 6 de fevereiro de 2011

Huey II - Conhecendo o novo "Caveirão do aéreo".

Não vou mentir... eu sou 100% a favor do BOPE. Como carioca tenho orgulho do BOPE e estou muito contente de saber que a PMRJ adquiriu essa aeronave para a logistica dos "caveiras".

Bom... chega de conversa e vamos ver a ficha técnica do Huey 2.


Fabricante: Bell Helicopter
Motor: Honeywell T53-L-703

Performance
Vne: 240 km/hr; 130 kts
Velocidade máxima em cruzeiro: 212 km/hr; 115 kts
Max Gross Wt: 4762 kg; 10,500 lbs
Alcance: 469 km; 253 nm
Altitude IGE: 3660 m; 12,000 ft
Altitude OGE: 1710 m; 5,600 ft
Teto de serviço: 16,000 ft +

Capacidade
Tripulação: 2
Psgr: 13
Capacidade de carga pendurada: 2268 kg; 5000 lb
Capacidade de combustível: 799 liters; 211 gal
Autonomia máxima: 2.8 hs (S/ combustível auxiliar)


quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Crack do 747 PMDG

Primeiramente baixe o arquivo:

http://www.4shared.com/file/202701050/b5423a27/747fix21.html

Depois siga os seguintes passos:


1º Instala 747 2.00

2º Atualiza 747 2.10

3º Cola o arquivo PMDGOptions.dll na pasta correta e substitui

4º Executa o arquivo 747fix2.1.reg

5º Inserir a linha no 747 e 747 F

[AFDSAuth]

---BEGIN SHA1---

6C5C0C61209E5C8B6C49C0CBCD2526CD2A526C28

---END SHA1---

6º Testa se funcionar instala o 747-8 conforme acima

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Como voar no 747 Default - FSX



Taxiando.

Uma boa velocidade é de 10-20kts (para áreas fechadas) e 25kts para áreas abertas.

Decolado
  • Manete no full.
  • Flap - Varia muito, mas você pode por no 20 na maioria das ocasiões;
  • V1+/- 159 KIAS
  • Vr+/-177 KIA
  • V2 +/-188 KIAS
  • Assim que decolar, levante o nariz 10°;
  • Levante o trem de pouso a partir de 150ft.
Climbing

  • Mantenha a manete no Máximo.
  • Retire os flaps - Quando atingir 210kts, todos os flaps já devem tr sido recolhidos.
  • Ponha a potência para 90% N1.
  • Mantenha a velocidade de 250kts até 10.000ft;
  • Mantenha uma inclinação do nariz entre 6°a 7° para cima;
  • 340kts até 25.000ft;
  • .84 Mach  até o nível de voo de cruzeiro. 
  • Ajuste a velocidade com o angulo de subida para variar a velocidade. Geralmente, um ângulo de 7 irá resultar numa velocidade de 0.70 mach (depende muito do peso, vento, temperatura, etc. (Não use o piloto automático para manter a velocidade).

 Cruising

  
  • Existem relatos reais de 747´s que voaram a M.85 até M.86. Mas a velocidade normal de cruzeiro é de M.85. O 747 voa em FL 310 a FL 410. Há relatos reais de 747´s em voos muito leves chegarem a FL 430. Mas uma estimativa bem realística é voar em FL410.
  • Mantenha as curvam num ângulo de 30 graus.

 Descend


  •  Deslique o A/T e ajuste potência em IDLE , e mantenham a velocidade vertical ente 2000-2300fpm.
  • Enquanto desce, ajuste a velocidade horizontal para 250kts. (Mas não acione, deixe a aeronave descer em IDLE.
  • Ao nivelar, acione o A/T (que previamente foi ajustada para 250kts).
  • Acione o 1º flap assim que interceptar o ILS.

 Landing


  •  Antes de interceptar o OM, acione o autobreak e o auto spoiler.
  • No OM, baixe o trem de pouso e acione o Flap 30 (40 apenas para pistas pequenas). Reduza a velocidade para 150-160 kts.
  • Uma boa razão de descida é de 500-1000fpm.
  • Quando o marcado vertical do ILS estiver no centro, clique em APP.
  • Mantenha a velocidade em 150-160ft com a manete.
  • Assim que avistar a pista, desacione o piloto automático.
  • A questão é coordenar pitch (atitude) e manete (potência).
  • Jamais exceda curvas acima de 30°.
  • Se não vir que não vai dar, arremeta (potência no máximo, levante o nariz e limpe os flaps).
  • Ao chegar a 30ft, faça o flare (arredondamento).
  • Ao chegar em 10ft. Deixe o pássaro tocar o solo sozinha, dura alguns segundos. Coloquei neste post um vídeo de um piloto real que voa 747. Em todos os seus vídeos, você pode perceber que quando chega 10ft demora alguns segundos.
  • Acione o reverso.
  • Quando a velocidade chegar a 60kts, volte para IDLE e deixe o autobreak fazer sua parte.
  • Não faça curvas de 90° em velocidade maior que 10kts.
  • Limpe os flaps.
  • Livre a pista.

Bons voos.

domingo, 24 de agosto de 2008

Bell 206 Jet Ranger

O Bell 206 Jet Ranger originou-se no início da década de 60 para participar de uma licitação do exército dos EUA para um helicóptero leve de observação. Apesar de inicialmente perder o contrato, a aeronave entrou no mercado civil em 1967. Posteriormente, acabou entrando em serviço no exército, na marinha e no corpo de fuzileiros americanos, onde obteve destaque como treinador e utilitário. O desenho básico permaneceu o mesmo, mas a aeronave já sofreu atualizações como o 206B Jet Ranger II em 1971 e o 206B-3 JetRanger III em 1977, com um novo rotor de cauda e um motor mais potente.

O 206A e o 206B são helicópteros de cinco assentos, enquanto o 206L Long Ranger é uma versão alongada com sete assentos. Tanto a versão de cinco, quanto a versão de sete, possuem dois lugares a frente e três na traseira, mas a versão de sete lugares possui uma fileira de dois assentos entre as anteriores. O Long Ranger é comulmente usado como ambulância aérea, já a versão padrão é muito pequena para esta função.

Também fabricado sob licença pela Agusta na Itália.

Emprego no Brasil

- Força Aérea

Sete aeronaves Bell 206A foram adquiridas em 1967. Três foram reservadas para o transporte de autoridades e designadas VH-4. Quatro foram destinadas as tarefas de ligação e observação e designadas OH-4. Atualmente, duas aeronaves ainda estão em operação em tarefas utilitárias como UH-4.

- Marinha

A Marinha do Brasil adquiriu um total de dezoito aeronaves Bell 206B Jet Ranger II. Estas aeronaves foram designadas IH-6A, como helicóptero de treinamento, e UH-6, como helicóptero multipropósito. Em 1986, dezesseis aeronaves Bell 206B-3 Jet Ranger III foram adquiridas e designadas IH-6B.

Atualmente, dezoito aeronaves estão em operação, integradas ao 1º Esquadrão de Helicópteros de Instrução (HI-1) e no 4º Esquadrão de Helicópteros de Emprego Geral (HU-4). Estas últimas servem como destacamento aéreo embarcado, operando a partir no Monitor Parnaíba e apoiam o 6° Distrito Naval da Marinha do Brasil (em Ladário) e o Corpo de Fuzileiros Navais.
O Bell Jet Ranger pode ser armado com duas metralhadoras coaxiais de 7,62 mm ou casulos lança-foguetes.

Dados técnicos:

Fabricante - Bell Helicopter
Entrada em serviço - 1967
Missão- Utilitário multipropósito
Tripulação - 1

Dimensões
- Comprimento: 11,9 m
- Envergadura:
- Altura:
Peso
- Tara: 742 kg
- Peso total: 1.520 kg
- Peso bruto máximo: 1.520 kg
Propulsão
- Motores: 1 x Allison 250 C20J
- Força (por motor)
Performance
Velocidade emáxima: 225 km/h
Alcance bélico: 703 Km
Alcance 703 km
Teto máximo: 3.962 m
Armamento
Matralhadoras: Pode ser armado com duas metralhadoras coaxiais de 7,62 mm ou casulos lança-foguetes.



segunda-feira, 28 de julho de 2008

Ajuste de altímetro.


QFE - Também chamado de ajuste zero; poderá ser usado como ajuste do altímetro. Fornecerá, então , a altura da aeronave acima da pista durante a aproximação final; quando a aeronave estiver pousada na estação que forneceu o QFE, a indicação do altímetro será ZERO. A maioria dos altímetros das aeronaves está impossibilitada de usar valores QFE para aerodromos de altitudes superiores a 600m. Seria necessário, então, substituir os altímetros das aeronaves e além disso exigiria nova edição das CAI (Cartas de Aproximação por instrumentos) para se indicar alturas acima dos niveis dos aerodromos. Fornece a pressão no Nível de referência.

QNE - Valor padrão, usado para voôs em rota (FL); seu valor é de 1013,2 hPa ou 29,92 pol. Não corrige os erros de pressão que atuam sobre o altímetro. Permite vôo controlado com segurança em aerovias em virtude de o erro de pressão ser comum a todas as aeronaves em vôo.

QNH - Ajuste altimétrico; pressão da estação reduzida ao nível medio do mar, em condições padrões. Usado para pousos e decolagens, pois corrige os erros de pressão. Quando se coloca o valor de pressão QNH na janela de ajustagens, o altímetro passa a indicar altitude em relação ao nível medio do mar. Se a aeronave estiver pousada num aerodromo e colocar no seu altímetro o
QNH deste aerodromo passara a ter como indicação a altitude deste aerodromo; se isto ocorrer ao nível medio do mar tera como indicação ZERO. O ajuste QNH para ser ultizado em vôo dentro de aerovias requer correções obrigatórias sobre todos os fixos de controle em terra. Mesmo assim, se houver variações dinâmicas de pressão acentuadas entre dois fixos relativamente próximos, não há possibilidades de correções altimétricas. Este sistema exige um número muito grande de fixos em terra. Associando- se esta deficiencia com variação irregular vertical pas pressões , limitou- se o uso do sistema QNH até o nível máximo de 18,000ft (FL180). Então, o sistema QNH usado com relativa segurança em rota, permite operações seguras de pouso e decolagem, pois corrige os erros de pressão. O altímetro da aeronave pode ser calibrado por comparação. Ajusta- se o altímetro para o valor QNH do local onde a aeronave está pousada. A leitura do instrumento e comparada então com a altitude oficial da pista; a diferença entre ambas será o erro aproximado do altímetro. Ex: uma aeronave está pousada numa pista de 2000ft de altitude; ajusta- se o altímetro para QNH do momento, dando indicação de 1,970ft; adiciona- se 10 pes (3m) valor médio da altura do tubo de pitot na maioria das aeronaves. Tem se então, 1980ft. A diferença de 20ft será o erro do altímetro que no caso, deveraá ser somado a toda indicação do instrumento. Um altímetro deve ser considerado deficiente quando este ultrapassar o valor de mais ou menos 75ft.