O que levava 1 mês, hoje dura 5 dias. Cruzar 50 km com mais de 2000 cabeças de gado era uma tarefa árdua até a chegada dos helicópteros. É assim com os reis do gado australianos, que ao invés de usar peões com berrante, preferem pilotos em helicópteros do tipo R22 e similares.
Com voos perigosos, muitas vezes na "curva do homem morto", aeronaves como o R22 chega voar próximo dos animais e da vegetação. Os animais voam sempre em direção oposta a aeronave. De vez em quando, uma vaca mais espertinha se esconde debaixo de alguma árvore. E nesse caso, o piloto tem que voar bem próximo da copa das árvores.
Para se tornar um caubói de helicóptero, os pilotos precisam de 150 horas de vôo em baixa altitude além das 110 horas para uma licença comum. Mas a experiência só vem apos as 1500 horas. É necessário conhecer o comportamento do gado, antecipar para onde elas vão para poder decidir qual manobra realizar.
De fabricação americana, aeronave auxiliará operações policiais em áreas de conflito e também poderá ser utilizada em resgates
A Polícia Militar do Rio de Janeiro apresentou nesta quinta-feira (4) o novo helicóptero blindado da corporação. De fabricação americana, a aeronave irá auxiliar nas operações policiais em áreas de conflito e poderá ser utilizada também em resgates.
O helicóptero modelo Huey II prefixo (PR-COE) está equipado com blindagem que suporta tiros de fuzil e possui aperfeiçoamentos, como guincho para descidas de emergência e barra transversal de desembarque de tripulantes em movimento.
Outro aspecto importante da aeronave é a cor bronze fosco, que substitui o tradicional azul da PM, criando um efeito de camuflagem, própria para operações policiais em áreas de conflito, como as regiões montanhosas do Rio.
Foto: Salvador Scofano Ampliar
Aeronave tem a cor bronze fosco, criando um efeito de camuflagem
Com capacidade para dois pilotos e até 13 tripulantes, o novo helicóptero será utilizado principalmente para dar apoio logístico à tropa, que deflagra operações no solo. E, em razão de sua grande capacidade de carga, também poderá ser utilizado para dar suporte a outras regiões do Estado, como a Serrana, por exemplo.
“O Huey é um helicóptero preparado para guerra, mas adaptado para o emprego policial. Sua blindagem garante que a aeronave, ainda que atingida por disparos, não alcance pontos vitais”, explicou o subcomandante do Grupamento Aeromarítimo (GAM), tenente-coronel Miguel Francisco Ramos.
Voo noturno
Além de instrumentos de navegação digitais, a aeronave está configurada para utilizar o NVG (Night Vision Goggles) para voos noturnos. Segundo Ramos, hoje só falta instalar mais alguns equipamentos, como os óculos de visão noturna para serem acoplados ao capacete dos pilotos, para, então, iniciar as operações noturnas com máxima segurança.
Com a chegada do Huey II, a Polícia Militar do Rio soma quatro helicópteros em sua frota, mais dois aviões, estes usados basicamente para o transporte de presos, carga e órgãos.
O helicóptero modelo Eurocopter AS350 B2 - Prefixo PT-HZS, mais conhecido como o Globocop, foi atingido por três tiros de fuzil por volta de 7h30. A repórter Karina Borges, o operador de sistemas Roberto Mello Reis e o piloto Antonio Ramos não se feriram. Por estar muito abalada, segundo a Central Globo de Comunicação (CGCOM), a jornalista só deverá prestar depoimento amanhã na 6ª DP (Cidade Nova). Nesta terça, o piloto e o operador de sistemas são aguardados na delegacia.
Em nota, a TV Globo informou que "um dos projéteis atingiu o assoalho, o segundo, a região central, e o terceiro, a cauda da aeronave". O que rompeu o assoalho atingiu um cabo do sistema de controle do rotor de cauda, afetando a dirigibilidade do helicóptero e obrigando o piloto a realizar um pouso de emergência. O piloto teve que teve perda de potência e decidiu entrar em auto-rotação. Fazendo um pouso muito feliz.
Ajuda veio do céu.
o piloto da TV Record Ricardo Malaguti, de 32 anos, tinha acabado de decolar e se dirigia para a região do Estácio quando avistou o helicóptero da TV Globo, o Globocop, já seguindo para Jacarepaguá, na zona oeste do Rio de Janeiro. O helicóptero havia sido atingido por três tiros na manhã de segunda-feira enquanto se preparava para realizar imagens de uma operação policial no Morro da Mineira, no Rio de Janeiro.
Assim que ele ouviu o comunicado da torre de comando do aeroporto, informando que o colega estava enfrentando dificuldades e teria de fazer um pouso forçado, Malaguti começou a estabelecer contatos com o piloto Antonio Ramos pelo rádio. Toda a ação foi filmada pela Record.
"Como tinha uma visão melhor da situação, comecei a auxiliá-lo no pouso. Tranquilizei-o, dizendo que não havia fogo nem fumaça na cauda atingida. Como é experiente, ele estava calmo, embora o helicóptero estivesse bastante instável no ar. Ramos, na verdade, foi um herói, pois teve que desligar o motor e puxar o coletivo, uma espécie de freio de mão, até tocar o solo. O Globocop chegou a 'quicar'", elogiou Malaguti.
Segundo ele, o Globocop teria feito um trajeto de aproximadamente 18 km em linha reta em 15 minutos. O tempo normal dessa distância seria 10 minutos com a aeronave em condições normais.
A Aeronáutica informou que equipe de peritos da Força Aérea Brasileira (FAB) esteve no aeroporto, mas não realizou perícia nem abriu investigação, o que ficará para a Polícia Civil.
Primeiro veio o rascunho do DiscRotor da DARPA, um helicóptero cujas hélices se retraíam em um disco quando a nave adquiria uma certa velocidade. Agora temos o vídeo conceito. O que (tomara) significa que estamos mais perto da coisa real.
A idéia é tentar aproveitar o melhor de dois mundos. Primeiramente o Ground Speed das asas rotatvas com a facilidade de VTOL das rotativas. Algo que os convertiplanos já fazem. Sendo que a grande desvantagem dos convertiplanos é o problema de estabilidade em pousos verticais com vento de través. Normalmente, os convertiplanos fazem pousos corridos como asas fixas. A vantagem de uma aeronave com rotor retrátil está na vantagem de ter apenas um rotor, ou seja mais leve.
Eu sabia que não ia prestar essa nova onda de helicopteros que quebram a barreira dos 250kts. Eu saquei de primeira que havia algo estranho no ar, de alguma forma, a idéia de um helicoptero tão veloz me fez lembrar meus tempos de adolescente quando assistia o seriado "Águia de Fogo", onde um helicoptero Bell chegava a voar em mach 1! Pensei comigo mesmo, esse protótipo é para fins militares. E se eu tivesse apostado, hoje eu teria ganho uma grana.
Acabei de ler uma notícia que já não era novidade: O X2 terá uma versão militar. A tecnologia militar é uma das que mais avançam e que mais recebem investimentos no mundo. Nesta semana, foi anunciado aquele que, possivelmente, deve representar o futuro dos helicópteros coaxial de ataque: o X2 Raider.
Segundo o site americano Gizmodo, a máquina será capaz de carrregar tropas e armas a uma altitude nunca antes alcançada por um veículo deste tipo. Além disso, de acordo com o fabricante Sikorsky, o X2 é praticamente silencioso. Veja o vídeo:
A empresa espera que os primeiros modelos estejam prontos dentro de quatro anos.
Uma dica para o simulateiro são os novos vídeos da TAM.
Acompanhe o dia de um piloto e de uma comissária da TAM. Matéria produzida pela TAM Nas Nuvens e exibida a bordo de nossas aeronaves em Janeiro de 2010.
Bom para aquelas pessoas que ainda tem medo de avião.
Uma boa velocidade é de 10-20kts (para áreas fechadas) e 25kts para áreas abertas.
Decolado
Manete no full.
Flap - Varia muito, mas você pode por no 20 na maioria das ocasiões;
V1+/- 159 KIAS
Vr+/-177 KIA
V2 +/-188 KIAS
Assim que decolar, levante o nariz 10°;
Levante o trem de pouso a partir de 150ft.
Climbing
Mantenha a manete no Máximo.
Retire os flaps - Quando atingir 210kts, todos os flaps já devem tr sido recolhidos.
Ponha a potência para 90% N1.
Mantenha a velocidade de 250kts até 10.000ft;
Mantenha uma inclinação do nariz entre 6°a 7° para cima;
340kts até 25.000ft;
.84 Mach até o nível de voo de cruzeiro.
Ajuste a velocidade com o angulo de subida para variar a velocidade. Geralmente, um ângulo de 7 irá resultar numa velocidade de 0.70 mach (depende muito do peso, vento, temperatura, etc. (Não use o piloto automático para manter a velocidade).
Cruising
Existem relatos reais de 747´s que voaram a M.85 até M.86. Mas a velocidade normal de cruzeiro é de M.85. O 747 voa em FL 310 a FL 410. Há relatos reais de 747´s em voos muito leves chegarem a FL 430. Mas uma estimativa bem realística é voar em FL410.
Mantenha as curvam num ângulo de 30 graus.
Descend
Deslique o A/T e ajuste potência em IDLE , e mantenham a velocidade vertical ente 2000-2300fpm.
Enquanto desce, ajuste a velocidade horizontal para 250kts. (Mas não acione, deixe a aeronave descer em IDLE.
Ao nivelar, acione o A/T (que previamente foi ajustada para 250kts).
Acione o 1º flap assim que interceptar o ILS.
Landing
Antes de interceptar o OM, acione o autobreak e o auto spoiler.
No OM, baixe o trem de pouso e acione o Flap 30 (40 apenas para pistas pequenas). Reduza a velocidade para 150-160 kts.
Uma boa razão de descida é de 500-1000fpm.
Quando o marcado vertical do ILS estiver no centro, clique em APP.
Mantenha a velocidade em 150-160ft com a manete.
Assim que avistar a pista, desacione o piloto automático.
A questão é coordenar pitch (atitude) e manete (potência).
Jamais exceda curvas acima de 30°.
Se não vir que não vai dar, arremeta (potência no máximo, levante o nariz e limpe os flaps).
Ao chegar a 30ft, faça o flare (arredondamento).
Ao chegar em 10ft. Deixe o pássaro tocar o solo sozinha, dura alguns segundos. Coloquei neste post um vídeo de um piloto real que voa 747. Em todos os seus vídeos, você pode perceber que quando chega 10ft demora alguns segundos.
Acione o reverso.
Quando a velocidade chegar a 60kts, volte para IDLE e deixe o autobreak fazer sua parte.
Não faça curvas de 90° em velocidade maior que 10kts.