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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

GRAer/PR apoia entrega de alimentos a comunidade isolada pela chuva

Fonte: Piloto Policial
PR-ECB - Eurocopter EC 130B4 -  Grupamento Aéreo (Graer) entregaram 23 cestas básicas e remédios de uso comum à comunidade Quilombola de Areia Branca. Foto:PMPR




Paraná – Integrantes do 7.º Grupamento de Bombeiros, apoiados pelo Grupamento Aéreo (Graer), entregaram 23 cestas básicas e remédios de uso comum à comunidade Quilombola de Areia Branca, isolada há um mês, devido à destruição provocada pelas chuvas. “Fomos chamados na sexta-feira (18) e, no dia seguinte, entregamos mantimentos e remédios”, conta o tenente-coronel Ricardo da Silva, comandante do 7.º GB.

A comunidade, localizada em Bocaiuva do Sul (Região Metropolitana de Curitiba), é composta por 27 famílias, e a única ligação é a estrada de chão, com cerca de 40 quilômetros, ao município paulista de Barra do Turvo. “As fortes chuvas ocorridas em 20 de janeiro provocaram a queda de barreiras e de duas pontes, fazendo com que a comunidade de Areia Branca ficasse”, relata o tenente-coronel.


Com o início das aulas, a Secretaria de Educação do Paraná constatou a ausência das crianças paranaenses que frequentam a escola em Barra do Turvo, e avisou o Corpo de Bombeiros.

As famílias de Areia Branca sobrevivem do cultivo de produtos orgânicos, porém, neste período, nada foi colhido na região. “Apesar de um mês de isolamento, as condições de vida dos moradores aparentemente pouco se alterou. Suas reivindicações são que as crianças consigam frequentar as aulas na Barra do Turvo e que seus produtos possam ser escoados”, esclarece o tenente-coronel.


Os alimentos doados ficaram sob a responsabilidade do representante da comunidade Quilombola, e os remédios da agente de saúde, também moradora do local.

Helicópteros da Força Aérea participam de operação de combate ao tráfico de drogas

A Força Aérea Brasileira (FAB) participou, recentemente, de uma operação para combater o plantio de maconha no Sertão Nordestino, principalmente nos Estados de Pernambuco e Bahia. A missão destruiu 294 mil mudas e derrubou 394 mil pés da droga, tirando de circulação aproximadamente 117 toneladas do entorpecentes. Os helicópteros transportaram policiais federais de diversos Estados para desmantelar o plantio e produção da droga na região. Os policiais consideraram determinante o apoio da FAB à operação para o combate ao tráfico de entorpecentes, impedindo a disseminação de grande parte da droga produzida na região.


Na primeira etapa da operação, nos municípios de Carnaubeira da Penha, Cabrobó, Betânia, Belém do São Francisco, Orocó, Santa Maria da Boa Vista, Floresta, Salgueiro e ilhas do rio São Francisco, foram destruídas 131 roças com 294 mil mudas, 337 mil pés de maconha e 39 quilos prensados que, que totalizariam 101 toneladas da droga pronta para a comercialização. Na etapa seguinte, já no Estado da Bahia, foram destruídos cerca de 57 mil pés da planta, tirando de circulação 16 toneladas de maconha nos municípios de Sobradinho, Casanova e Juazeiro.


Fonte: Agência Força Aérea (I COMAR)

Seguuura piloooto! - Pilotos australianos usam helicópteros para tanger o gado.


Assista o vídeo da BBC.


Seria muito bom se essa onda pegasse no Brasil.


O que levava 1 mês, hoje dura 5 dias. Cruzar 50 km com mais de 2000 cabeças de gado era uma tarefa árdua até a chegada dos helicópteros. É assim com os reis do gado australianos, que ao invés de usar peões com berrante, preferem pilotos em helicópteros do tipo R22 e similares. 

Com voos perigosos, muitas vezes na "curva do homem morto", aeronaves como o R22 chega voar próximo dos animais e da vegetação. Os animais voam sempre em direção oposta a aeronave. De vez em quando, uma vaca mais espertinha se esconde debaixo de alguma árvore. E nesse caso, o piloto tem que voar bem próximo da copa das árvores.
Para se tornar um caubói de helicóptero, os pilotos precisam de 150 horas de vôo em baixa altitude além das 110 horas para uma licença comum. Mas a experiência só vem apos as 1500 horas. É necessário conhecer o comportamento do gado, antecipar para onde elas vão para poder decidir qual manobra realizar.


Está prevista para a próxima semana a chegada dos dois primeiros helicópteros Black Hawk H-60L, os famosos “Falcões Negros”, que equiparão o Quinto Esquadrão do Oitavo Grupo de Aviação (5º/8º GAv), Esquadrão Pantera, sediado na Base Aérea de Santa Maria. A cerimônia de incorporação das novas aeronaves será realizada no dia 17 de março, com a presença do Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro-do-Ar Juniti Saito, em horário ainda a ser definido.


A chegada das aeronaves faz parte do programa de modernização da Força Aérea Brasileira (FAB) e irá elevar a capacidade operacional da aviação de asas rotativas na região sul do Brasil.

Um grupo de militares, liderados pelo Tenente-Coronel-Aviador Luiz Marques de Lima, comandante do Esquadrão Pantera, deslocou-se até a cidade de Elmira no estado americano de Nova Iorque para realizar o traslado das aeronaves para Santa Maria. No total as equipes percorrerão 11.200 km em aproximadamente 50 horas de voo.


As palavras do comandante da missão ao receber as aeronaves em solo norte-americano traduzem o espírito de orgulho e emoção dos integrantes do 5º/8º GAv . “Nós estamos tendo o privilégio de levar o futuro para o Esquadrão Pantera. A aeronave é espetacular e sucederá- mas não substituirá- o glorioso H-1H “sapão”, que com suas pás cansadas possibilitou ao nosso esquadrão atingir o nível de operacionalidade atual que é tão respeitado na Força Aérea Brasileira”, ressaltou o Tenente-Coronel- Aviador Luiz Marques de Lima.

Fonte: BASM

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

A fadiga em operações noturnas com helicópteros


Com o contínuo aumento dos acidentes EMS nos últimos anos, mais que nunca existe um maior controle sobre os pilotos. A maioria dos acidentes fatais envolvendo EMS ocorrem à noite. Obviamente, a visão é mais difícil à noite, mas outro fator contribuinte é que os pilotos nem sempre vêm para trabalhar completamente descansados. EMS nunca foi um trabalho de conseguir horas de voo. Tem o merecido nome de “Ganhar Dinheiro Dormindo”. Considerando que você pode fazer apenas alguns poucos voos durante o início da noite, pode se tornar muito fácil cair na armadilha de não se preocupar em descansar durante o dia. Eis que precisa cortar a grama de sua casa e a previsão é uma frente de tempestade de noite, então você pensa : eu vou ficar e fazer as tarefas que estão pendentes em casa.


Geralmente pode-se cochilar no trabalho, às vezes até a noite inteira. Mas há uma razão que você não deve contar com isso. Primeiro, você pode não conseguir dormir no trabalho como o planejado. Houve um dia que eu nunca vou esquecer. O piloto no turno inverso não gostava de trabalhar a noite, assim nós quase sempre trocávamos as escalas e eu trabalhei perto de um ano inteiro apenas às noites. Eu tinha um esquema muito bom que funcionou para mim. Se eu não dormisse durante o trabalho, eu chegava em casa e tirava um cochilo de duas horas.


E, então, voltava para a cama depois do almoço para mais quatro horas. Em um dia, os meus dois filhos pequenos e minha esposa estavam doentes e eu decidi ficar acordado e ajudá-los. Senti que as chances de poder dormir depois no trabalho eram grandes e assim decidi ficar acordado. Sim, eu acreditava na minha responsabilidade de estar descansado para o trabalho, mas com a condição metereológica que se avizinhava seria muito difícil ter condições de voo à noite, e assim eu truquei.

Recebemos um pedido de vôo no segundo em que eu entrei na hangar. Sem problemas, eu estava acordado desde às 09h00 e ainda haveria tempo para dormir quando chegamos de volta à base. Depois de completar a primeira missão, fomos acionados para um transporte de um neo-natal.


A previsão do tempo estava errada e a frente prevista não apareceu até o final da manhã. Eu estava realmente contando para uma noite sem condiçoes de voo. Após completar a missão do neo natal, uma nova chamada às 04:00h para uma vítima eletrocutada.

Nesta hora, eu deveria ter apenas dito que eu estava doente e ido para casa. Eu estava acabado. Em vez disso, eu tomei mais dois cafés me empanturrando com cafeína e esperava que a adrenalina do pouso em um ambiente cheio de obstáculos me manteriam alerta.

Quando eu pousei de retorno na base, eu percebi que já estava acordado durante 21 horas seguidas. Eu estava trêmulo enquanto dirigia de casa e quando um farol ficou vermelho eu não percebi devido à minha deficiencia devido ao meu estado de fadiga. Eu era um zumbi.

Eu só posso imaginar o quão bem eu teria reagido a qualquer tipo de emergência que exigisse uma ação rápida e oportuna. Então eu percebi o quão estúpido fui ao fazer a escolha de não dormir no dia anterior. Às vezes o bom senso se dá através de um simples julgamento. Este foi um desses momentos.


Em seguida, lembre-se as tripulações medicas podem ver isso em seus olhos quando você vir a trabalhar cansado. Eles podem não ter a menor idéia sobre aviação, mas eles não são estúpidos e conseguem reconhecer quando você não dormiu durente o dia. Não vamos violar sua confiança em nós, arriscando suas vidas, junto com a nossa, quando não estamos bem.

Não importa o quanto você é consciente em relação a dormir durante o dia, o corpo humano é feito para não dormir com o sol brilhando. Às vezes você apenas não consegue dormir. Se você não conseguir um descanso equivalente à uma boa noite, então você ficará doente. Essa é realmente a única resposta. Segundo a FAA, após 13 horas de serviço a taxa de acidentes aéreos é quatro vezes maior que a taxa média. Os seres humanos cometem mais erros quanto mais tempo ficam acordados. Não há nada que possa alterar esse fato.


Como lidar com a fadiga na operações de helicóptero e, em especial como fator de acidentes EMS ? Primeiro, precisamos reconhecer que são apenas algumas escalas que não contribuem para o descanso apropriado. Algumas escalas estão sendo executados dividindo-se os turnos dia / noite. Por exemplo: três turnos diurnos seguidos de três turnos no período noturno. Após se levantar às 5:00 da manhã por três dias seguidos, é brutal tentar dormir durante o dia antes do próximo primeiro turno da noite. Não é simplesmente brutal, é quase impossível devido a uma pequena coisa chamada de ritmo circadiano.

Por fim, os pilotos precisam perceber os efeitos que a fadiga tem sobre sua capacidade para desempenhar suas funções durante um voo. Estudos mostram que ficar acordado por 18 horas dirigindo, produz o mesmo efeito como se estivesse alcoolizado com os níveis de bebida legalmente considerados impróprios para se estar ao volante. Quanto maior for a privação do sono, maior será a correspondência com níveis mais elevados de intoxicação. Se você está prejudicada devido a fadiga, a conduta mais profissional a ser tomada é de não voar.


Fonte : Rotor Wing

Vítima é resgatada pelo Águia depois de cair de ponte em São Paulo

Uma mulher caiu da Ponte Octavio Frias de Oliveira, mais conhecida como ponte estaiada, no Brooklin, na Zona Sul de São Paulo, após ter sofrido um acidente de moto por volta das 10h30 desta terça-feira (22/02/11). Equipes da Polícia Militar, do Corpo de Bombeiros e da Guarda Civil Metropolitana auxiliaram no resgate da vítima.


De acordo com o condutor da moto, ele passava pela ponte com a namorada na garupa quando um carro o fechou. Ao desviar, ele colidiu o veículo na lateral da ponte, na pista sentido Avenida Jornalista Roberto Marinho, e a mulher caiu de cerca de 10 metros. Ela sofreu fraturas e estava inconsciente.


A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) interditou o retorno da Avenida Jornalista Roberto Marinho, próximo à Praça José Anthero Guedes, para ajudar no resgate da vítima. Ela foi levada pelo helicóptero Águia, da PM, para o Hospital das Clínicas.


Fonte: G1

Esquadrão Pantera recebe novos helicópteros

Os tripulantes do Quinto Esquadrão do Oitavo Grupo de Aviação (5º/8º GAV), o Esquadrão Pantera, decolaram, no dia 13 de fevereiro, da fábrica da Sikorsky localizada em Elmira, Estado de Nova York, Estados Unidos, com os FAB H-60 8907 e 8908.


As aeronaves vão substituir os H-1H que, por mais de 40 anos, foram o equipamento básico da unidade aérea. As aeronaves exibem a camuflagem padrão da Força Aérea Brasileira (FAB), diversa dos Black Hawks do Sétimo Esquadrão do Oitavo Grupo de Aviação (7°/8° GAV), o Esquadrão Hárpia, que é escura. A chegada das aeronaves ao 5º/8º GAV faz parte do Plano Estratégico da Aeronáutica no que se refere à Aviação de Asas Rotativas na sua vertente de substituição dos H-1H.

Os helicópteros chegarão ao Brasil na quarta-feira (23/02), na Base Aérea de Boa Vista (BABV), em Roraima. No local, farão os trâmites de chegada e contarão com apoio do pessoal de manutenção do 7º/8º GAV. As aeronaves seguirão para Manaus (AM), a fim de passarem por uma inspeção programada e ajustes próprios de aeronaves recém-saídas da linha de produção. De Manaus, as aeronaves decolam para Brasília. Da capital, seguem para Santa Maria, onde os panteras aguardam para começar a voar as novas máquinas.


As equipagens foram formadas pelo 7°/8° GAV. Os pilotos fizeram os Cursos Técnicos e de Pilotagem e os mecânicos, além dos Curso Técnicos, participaram de inspeções de todos os níveis para estarem preparados para operarem as novas aeronaves com presteza e segurança.

Fonte: II FAE

DOA/PRF resgata vitima de acidente com veículo escolar em Pinhais

Paraná – Uma van escolar capotou em Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, e deixou 12 crianças feridas. O acidente ocorreu no cruzamento entre a rua Jacarezinho e avenida Pineville, no bairro Pineville, por volta das 12h50 desta terça-feira (22), segundo a Polícia Militar (PM). De acordo com a PM, o veículo transportava 22 crianças.



O acidente mobilizou nove ambulâncias, sendo sete do Siate e duas do SAMU; um caminhão, três viaturas de busca e salvamento e o helicóptero da Policia Rodoviária Federal - Modelo Bell 407 - Prefixo: PT-YZQ. As viaturas foram deslocadas dos grupamentos de Curitiba e São José dos Pinhais.


O Corpo de Bombeiros informou que três crianças ficaram gravemente feridas, uma delas com fratura de fêmur e traumatismo craniano, mas não corriam risco de morrer. A vitima mais grave foi encaminhada de helicóptero para o Hospital do Trabalhador, em Curitiba, e outra criança que também estava em estado grave para o Hospital Angelina Caron, em Campina Grande do Sul. Outras quatro crianças tiveram ferimentos leves. As outras sofreram algumas escoriações, tiveram queda de pressão ou ficaram muito abaladas e foram levadas para o Hospital de Pinhais, segundo o órgão.



Bell 407 - PT-YZQ - Policia Rodovíaria Federal - Brasil.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Marinha Indiana recusa oferta de Sea Hawk

Por Fernando Valduga




A Marinha Indiana renunciou à compra direta de 16 novos helicópteros militares multimissão MH-60R “Sea Hawk” da empresa dos EUA, Sikorsky Aircraft Corporation.


As razões da recusa ainda não foram anunciadas oficialmente pelas autoridades Indianas.

A oferta das 16 aeronaves fazia parte de um pacote militar mais amplo, oferecido pela Governo dos EUA à India, num esforço de atrair o país para uma cooperção militar e política mais forte,.

Os EUA pretendem substituir a Rússia, como o principal fornecedor de sistemas de defesa à India.

Fonte: Plano Brasil

IDEX: Emirados Árabes Unidos vão converter 23 Black Hawks em modelos gunships


Os Emirados Árabes Unidos estão preparados para transformar 23 de seus helicópteros Sikorsky UH-60 Black Hawks em aeronaves gunships, num negócio efetuado com a fabricante norte americana avaliado em aproximadamente US$ 272 milhões, através da aquisição de kits de armamentos, conforme divulgado pelo país durante a IDEXque está sendo realizada em Abu Dhabi.


Além disso, o país está fechando um segundo negócio com a Sikorsky, dessa vez relativo ao programa de treinamento de pilotos e técnicos nos helicópteros Black Hawk, avaliado em US$ 17,6 milhões. O esquema para tranformar os UH-60M numa máquina de assalto aéreo oferece ao fabricante dos EUA um cliente lançador do pacote de armamento Battle Hawk que vem sendo trabalhado já a algum tempo.

Informações anmteriormente divulgadas pela companhia mostra que o pacote de armamentos oferecerá aos helicópteros a capacidade de disparar foguetes, metralhadoras de calibre pesado e mísseis de quatro pontos fixos nas asas.

Grande parte do trabalho será realizado pela AMMROC, o centro de reparo, revisão e manutenção preparado no ano passado através de uma parceria entre a Sikorsky e uma companhia local, a Abu Dhabi Aircraft Technologies.

Com adicionais trabalhos de desenvolvimento ainda necessários no pacote de armamentos, fontes dizem que provavelmente o primeiro helicóptero modificado deverá ser entregue para os Emirados por volta de 2014. O acordo poderá ser ampliado posteriormente para atender adicionais helicópteros com os kits de armamentos.

Fonte: DefenseNews – Tradução e Adaptação do texto: Cavok

Aeroportos iniciam trabalho para combater interferência de lasers nas operações

Efeito do laser no cockpit.

A Infraero iniciou um trabalho de levantamento e registro das ocorrências envolvendo lasers na operação de pouso e decolagem na região dos aeroportos sob sua administração. O objetivo da ação é mapear os casos dessa natureza para planejar ações que venham a prevenir interferências nas operações das aeronaves.


Os registros começaram a ser feitos em 2010, quando as áreas de Navegação Aérea, Operações e Segurança dos aeroportos começaram a receber relatos mais frequentes de pilotos que reportavam ter sido atingidos por raios de laserpoints, equipamentos similares a uma caneta que emitem uma luz capaz de alcançar distâncias de até dois mil metros. Só no ano passado, nos 67 aeroportos da Rede Infraero contabilizaram 282 relatos, sendo a maioria no estado de São Paulo.

“A Infraero tem orientado seus aeroportos a fazer o registro dessas ocorrências para que a empresa possa notificar autoridades como o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) e as autoridades locais, como Governos de Estado, Prefeituras e Polícias Federal, Civil e Militar, para combater esse problema”, explicou o coordenador de Segurança Operacional, Luís Xavier de Oliveira Souza.


 Os lasers são apontados para todas as direções.

Em outra linha de ação, a Infraero tem incentivado aos órgãos de navegação aérea locais e regionais a realizar encontros com autoridades locais e membros da comunidade para sensibilizar a população sobre os riscos dessa brincadeira de mau gosto. Como exemplo, as reuniões que ocorreram em Vitória (ES), Campinas (SP) e João Pessoa (PB), a Infraero e os participantes têm debatido sobre as melhores formas de se combater o problema.

“A pessoa que aponta um laser para uma aeronave ignora o fato de que essa luz pode ofuscar e até mesmo cegar um piloto que está nas fases críticas da operação, no procedimento de pouso ou decolagem, o que pode colocar várias vidas em risco”, alertou Luís Xavier.

Fonte: Assessoria de Imprensa – Infraero

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Helicóptero Águia faz resgate de motociclista

O helicóptero Helibras HB-350B-2 Esquilo - Codinome: Águia 14 - Prefixo PR-SMU -  da Polícia Militar de São Paulo, foi acionado na manhã deste domingo (20) para socorrer um motociclista ferido em um acidente com um carro na marginal Tietê. A batida ocorreu por volta de 8h40 perto da ponte Tatuapé, zona leste de São Paulo. O ferido foi encaminhado ao Hospital das Clínicas.


Os bombeiros foram acionados e encaminharam três viaturas ao local. De acordo com a CET (Companhia de Engenharia de Tráfego), o acidente ocorreu na pista expressa da marginal, no sentido da rodovia Ayrton Senna, e interditou a faixa esquerda.
Ao ser acionado, o Águia pousou na pista local, bloqueando o trânsito de veículos por aproximadamente dez minutos. Não houve registro de congestionamento no local. A pista já foi liberada.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

NR-17 Efeitos de uma ergonomia ainda em desenvolvimento

Pilotar um helicóptero é uma atividade que requer do piloto, além das habilidades intrínsecas para a realização de sua tarefa básica, a de pilotar, uma "habilidade corporal", para vencer as dificuldades impostas por um posto de trabalho, muitas vezes hostil ao seu corpo, sob o aspecto ergonômico.


Embora seja clara a preocupação dos pesquisadores em apontar para a prevalência de dores nas costas nesses profissionais, que atinge 90%, e, às vezes, esconde problemas importantes de coluna,

E pouco tem sido feito para alterar a ergonomia de seu posto de trabalho. Por exemplo, o termo helicopter hunch, ou "corcunda de helicóptero", foi atribuído, há alguns anos atrás, à forma que toma a coluna do piloto durante a pilotagem, necessária para manter suas mãos nos controles da aeronave. A vibração é um outro fator que vem sendo amplamente advogado como um dos principais desencadeadores dos problemas de coluna nesses profissionais.

É importante então conhecer os principais agentes que estressam o sistema muscular e esquelético do Épiloto, sua postura e coluna vertebral, em particular. Elucidar alguns aspectos relevantes relacionados a estes agentes e suas possíveis conseqüências sobre a saúde do piloto pode auxiliá-lo, na medida em que o mesmo pode adotar hábitos que visem a promover seu bem estar e evitar problemas futuros.

As doenças osteomusculares

As doenças osteomusculares relacionadas ao trabalho (DORT) fazem parte de uma realidade amplamente difundida e revelam que movimentos repetitivos ou manutenção de posturas "ruins" que um indivíduo adota em sua atividade profissional, muitas vezes, redunda em dor durante sua jornada de trabalho, podendo se estender após seu fim, e mesmo persistir até nos momentos de descanso e lazer.

Neste sentido, a postura que o piloto de helicóptero mantém durante o vôo, em que sustenta o tronco ligeiramente girado para a esquerda e, simultaneamente, ligeiramente inclinado para frente, pode conduzir a alterações posturais importantes da coluna vertebral.

De uma maneira simplificada, nossos músculos têm uma faixa de comprimento adequada em que trabalham, diminuindo e aumentando seu comprimento, de maneira a promover o movimento em D uma boa amplitude. Ainda, os músculos têm propriedades mecânicas que, ao serem mantidos em um comprimento pequeno por muito tempo, tenderão a permanecer encurtados, o que promove restrição dos movimentos.

A manutenção do tronco em uma postura constrita com rotação por período prolongado tende a produzir encurtamento unilateral da musculatura que sustenta o tronco, a qual está ligada à coluna vertebral. Isto pode conduzir à dor, e até mesmo ao desenvolvimento de alterações posturais, como tem sido revelado por pesquisas.

A importância do alongamento

Uma forma de se evitar que o encurtamento do(s) músculo(s) perdure(m) é alongá-lo(s) depois de Ucessada a atividade que o fez ficar encurtado.

Vibração é uma onda mecânica e, como tal, se propaga pela estrutura com a qual faz contato. O ramo de pesquisa que estuda os efeitos da vibração sobre o corpo humano é subdividido em duas partes, levando em conta o ponto de entrada da onda vibratória: a vibração transmitida pelas mãos e braços (HTV) e a transmitida pelo corpo inteiro (WBV). A WBV é a que é aplicada aos estudos com pilotos de helicóptero.

De forma simplificada, qualquer objeto submetido a um impacto (a vibração é uma onda cíclica de impacto) tem estruturas que respondem ao mesmo, que são formadas por molas e amortecedores.

As propriedades mecânicas destes dois elementos (mola e amortecedor) vão definir de que maneira esta estrutura responderá à vibração. Uma das características da resposta de um sistema à vibração é a sua freqüência de ressonância.

Quanto mais próxima a freqüência da vibração estiver da freqüência de ressonância do objeto, este irá responder à vibração de maneira mais "intensa". Isto não é diferente para o corpo humano. Cada segmento corporal (mãos, pés, pernas, tronco etc.) pode ser considerado como um objeto isolado que responde de maneira distinta ao estímulo vibratório. Dessa forma, cada segmento também tem sua própria freqüência de ressonância.

O dado mais relevante para pilotos de helicóptero é que a freqüência de ressonância da coluna Overtebral em seu eixo longitudinal (dos pés para a cabeça) está em uma faixa entre 4 e 8Hz ou entre 240 e 480 rpm.

Esta faixa de freqüência é a mesma da rotação do rotor principal da maioria das aeronaves de asa rotativa, o que, em última análise, predisporia a coluna vertebral a responder de maneira intensa à vibração, intensificando a uma força que comprime as estruturas da coluna, particularmente os discos intervertebrais, quando o indivíduo está sentado.

Um outro aspecto importante a ser destacado é a possível ação que os músculos que recobrem as Uvértebras podem ter em resposta à vibração. Isto implica em uma ação muscular cíclica, que contribuiria para o aumento da força de compressão nas estruturas da coluna.

Tem sido comprovado ainda que o risco do desenvolvimento de problemas na coluna, sob efeito da vibração, aumenta quando o indivíduo recebe a vibração em uma postura inclinada ou em rotação.

E como minimizar os efeitos destes agentes

Em príncipio, após a leitura deste texto não é dificil identificar que os exercícios de alongamento, principalmente para os músculos do tronco , mais especificamente das costas, são extremamente valiosos.

Alongar os músculos, além de evitar os problemas advindos da postura adotada durante o vôo, pode evitar os efeitos da vibração, uma vez que ajuda a manter os espaçamentos intervetebrais em níveis normais, diminuindo os efeitos da compressão.

É preciso considerar ainda que realizar atividade física regularmente mantém o sistema muscular em funcionamento, o que permite ao corpo responder de maneira satisfatória aos estresses físicos a que é submetido. Portanto um programa de atividade

física que contemple uma boa sessão de alongamento pode ajudar em muito ao piloto de helicóptero a enfrentar os desafios impostos pela sua atividade profissional



Fonte: ANAC

Aviação executivadeve dobrar e gerar US$ 2 bi.

Fonte: Comandante Marcheti

Com a expectativa de praticamente dobrar de tamanho este ano, a aviação executiva brasileira espera que as vendas de aviões de pequeno e médio porte, e de helicópteros, típicos da atividade, atinjam US$ 2 bilhões este ano. Somente para a principal feira nacional da área, a Latin American Business Aviation Conference and Exhibition (Labace) 2011, prevista para o mês de agosto, a previsão é de que as transações alcancem US$ 550 milhões.


"O tamanho da frota da aviação executiva nacional é mais que o dobro do de nossa aviação comercial, o que poucos sabem", observa Francisco Lyra, presidente da Associação Brasileira de Aviação Geral (Abag) - que organiza a Labace. Ao contrário do que parece, não se trata de um luxo para milionários. A bola da vez é a venda de aeronaves para transporte de pessoas e equipamentos para plataformas petrolíferas em alto mar, o que neste ano deve movimentar cerca de R$ 800 milhões, conforme estimativas do setor aéreo. Hoje cerca de 100 helicópteros estão ocupados em apoiar a indústria petrolífera nacional, e com o pré-sal tal quantidade certamente aumentará, estima o mercado.


Já o taxi aéreo tradicional, que abarca aviões e helicópteros de uso urbano, deve faturar perto de R$ 350 milhões em 2011. A cidade de São Paulo, aliás, abriga a maior frota de helicópteros do planeta: 452 aparelhos, além de quase 280 helipontos, e deixa para trás Nova York, com 445 unidades.


Táxi aéreo

Números e projeções desta ordem de grandeza resultam de diversos fatores para o mercado. O Brasil, em primeiro lugar, tem dimensões continentais. Conta com cerca de 5.600 municípios, dos quais apenas 124 são atendidos pela aviação comercial. Todos os demais dependem da aviação executiva quando precisam ser acessados por via aérea. E o real valorizado aumentou o poder de compra dos empresários brasileiros, os principais usuários dos serviços do setor.


"Nos últimos anos, temos tido um crescimento consistente de 5 a 7% ao ano, e em 2011 esperamos repetir esta performance", revela Leonardo Fiuza. A companhia de táxi aéreo surgiu em 1961 como um serviço de táxi aéreo que atendia o norte do Paraná. Hoje é uma gigante neste campo, e conta com frota própria de 5 jatos e 1 helicóptero.


"Vamos investir, em 2011, prioritariamente no aumento de nossa capacidade de manutenção de aviões, a qual usamos tanto para aparelhos próprios como de terceiros", revela Fiuza. A diversificação de atividades é uma tendência do setor: quase todas as grandes players nacionais da aviação executiva também vendem aviões e gerenciam aparelhos de terceiros - além de proverem táxi aéreo, que permanece como foco principal das companhias.

Gerenciamento de aeronaves


O gerenciamento de aeronaves, em especial, cresce com vigor dentro da aviação executiva na frota aérea nacional. A maior empresa do tipo no mundo surgiu com uma pequena representação no Brasil em 2005, expandiu-se, e, no início de 2011, inaugurou um grande complexo composto por hangar próprio e demais instalações no aeroporto de Sorocaba.

"Para a maioria dos proprietários de avião sai caro demais e é muito trabalhoso arcar com a manutenção operacional da aeronave. O que oferecemos é justamente isto", explica Luiz Gustavo Ribeiro, gerente de Vendas e Marketing da empresa no Brasil. Uma das sedes da empresa, por sinal, fica em Teterboro, nos EUA - o principal aeroporto do mundo dedicado à aviação executiva. "O gerenciamento de aeronaves tem tudo para crescer no Brasil, mas ainda sofremos um pouco com a vaidade de alguns pilotos locais que fazem questão de cuidar eles mesmos da manutenção dos aviões que pilotam - uma visão equivocada das próprias atribuições", observa Ribeiro. Esta compania também fornece serviço de táxi aéreo no Brasil.


Demandas


O Brasil representa, sozinho, 5% do mercado mundial de aviação executiva, ao passo que a América Latina como um todo representa 7%. A frota brasileira da área é a 2ª maior do planeta. E, ainda mais relevante, apenas nos últimos três anos a quantidade de aeronaves para uso privado vendidas no País cresceu expressivos 76,2%, de acordo com apuração da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Dados como estes respaldam as lideranças do setor em algumas reinvidicações.

"Antes de mais nada, é preciso que as autoridades combatam os táxis aéreos piratas, que prestam este serviço sem ter autorização para fazê-lo", defende Fernando Alberto dos Santos, superintendente do Sindicato Nacional das Empresas de Táxi Aéreo (Sneta). "Eles operam sem segurança e sem pagar impostos, prejudicando passageiros e empresas." O segundo ponto que Fernando levanta é, justamente, alguma desoneração tributária para a atividade. É devido aos altos impostos brasileiros, aliás, que o taxi aéreo no Brasil é mais caro do que o dos EUA.

Outro pleito do setor é mais acesso aos principais aeroportos. "No Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, são dados apenas 4 slots por hora para a aviação executiva, ao passo que para a aviação comercial são dados 40 slots por hora", queixa-se Lyra, da Abag (slot é um termo que significa o direito de uso da pista concedido a um avião). Por fim, as empresas da área também gostariam que as peças que importam, vitais para as aeronaves, fossem liberadas mais rapidamente nas alfândegas nacionais, evitando que seu aviões fiquem no chão por falta delas

SÃO PAULO TEM A MELHOR OFICINA BELL DA AMÉRICA LATINA

Fonte: Comandante Marcheti

Helipark recebe Selo Platinum, conferido apenas às empresas que atingem o padrão máximo de qualidade, de acordo com avaliação anual da fabricante de helicópteros.

Pela primeira vez, uma empresa da América do Sul recebe classificação máxima na avaliação anual de qualidade realizada pela Bell. O Helipark, oficina autorizada desde 2002, recebeu o Selo Platinum, atestando que atende a todos os requisitos de excelência exigidos pela fabricante. Em constante processo de aprimoramento, o Helipark também foi pioneiro ao receber, em 2010, o Selo Ouro, que destaca as oficinas da marca que apresentam um padrão de qualidade considerado superior.

O Selo Platinum depende da obtenção de nota máxima em uma série de avaliações, incluindo qualidade de equipe técnica, ferramentas específicas e comuns, organização, registros, infraestrutura, normas, procedimentos, etc. O processo resulta em um Guia de Serviços Bell, reeditado anualmente e distribuído a todos os clientes da marca no mundo. Pela primeira vez, o Brasil figura como um local onde se pode obter serviços para helicópteros com excelente padrão de qualidade.

Este selo é fruto de mais de 10 anos de trabalho de uma equipe focada na segurança de voo. O diferencial reconhecido pela Bell vai além deste setor na empresa, e resulta de rigorosos controles de qualidade e segurança, seguidos por todos os colaboradores do Helipark, do atendimento de pista e abastecimento até as oficinas de pintura, tapeçaria e manutenção para Agusta, Eurocopter e Robinson.

A inclusão do Helipark no topo desse ranking mundial de oficinas é uma conquista da empresa e também do mercado brasileiro, que cresce e se profissionaliza a cada ano. Quem ganha com isso é o cliente, que tem a garantia de ter a manutenção de seu helicóptero feita com o mais alto padrão mundial de qualidade.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Força Aérea da Índia planeja grande expansão de sua frota de helicópteros

A Força Aérea da Índia está planejando adquiri mais de 230 helicópteros num futuro próximo para modernizar e ampliar sua frota de asas rotativas, informou o Chefe da Força Aérea General PV Naik. O processo de aquisição de helicópteros de diferentes modelos e tamanhos já foi iniciado.

“Nós estamos adquirindo 12 helicópteros AW101 VVIP e os testes e avaliações para os 22 helicópteros de ataque estão completos; 80 helicópteros Mi-17 IV estão sendo introduzidos na força, e as avaliações para os 12 helicópteros de transporte pesado também estão na fase final e deve ser finalizado em breve,” disse Naik.

No total a Força Aérea Índia receberá 55 helicópteros de um lote de 197, dos quais a avaliação em campo está terminada com um relatório esperado para sair nas próximas duas semanas.

A Rússia com o helicóptero Mi-28 e os EUA com o AH-64D Longbow Apache estão competindo para fornecer os helicópteros de ataque para Força Aérea da Índia.

AgustaWestland divulga seu helicóptero militar AW139M

A AgustaWestland anunciou uma versão militar de seu helicóptero médio biturbina AW139, o AW139M, integrado com a provada tecnologia militar norte americana para o programa CVLSP (Common Vertical Lift Support Program) da U.S. Air Force.

Visando o programa CVLSP, o AW139M foi apresentado no simpósio de guerra aérea realizado em Orlando, na Flórida, e está sendo oferecido no mercado militar dos EUA. Scott Rettig, CEO da AgustaWestland North America, disse “a AgustaWestland atende cada exigência de missão do CVLSP da U.S. Air Force enquanto oferece economia substancial de aquisição e operação.”

Se tiver sucesso, o AW139M será fabricado na unidade da companhia na Philadelphia. Ele apresenta um FLIR de alta definição, equipamento de auto proteção incluindo contramedidas e detecção de infravermelho, aviônicos digitais e trem de pouso reforçado. Para proteção e terá assentos com blindagem, tolerância balística, tanques de combustível com vedação automática e pontos fixos externos para poder levar pos de metralhadoras, mísseis e lançadores de foguetes ar-solo.

Para as missões militares, o AW139M apresenta uma baixa assinatura radar e termal e possui o sistema total de proteção contra formação de gelo, permitindo as operações e quaisquer condições de tempo nas bases militares da USAF no extremo norte do globo. O AW139M oferece 30% a mais de espaço interno e 50% mais de carga externa do que as atuais plataformas CVLSP, enquanto mantém o mesmo tamanho externo comparado as outras aeronaves.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Guarda de Fronteira e Polícia da Estônia recebe o terceiro helicóptero AW139

 

O terceiro helicóptero médio biturbina AgustaWestland AW139 da Guarda de Fronteira e Polícia da Estônia. (Foto: AgustaWestland)



A AgustaWestland entregou um terceiro helicóptero médio biturbina AW139 para a Guarda de Fronteira e Polícia da Estônia para as tarefas de busca e salvamento, patrulha de fronteira, misões médicas e utilitárias.


Todos três helicópteros AW139s são baseados em Tallinn, mas uma das aeronaves será destacada numa nova base no Aeroporto Kuressaare (Ilha Saaremaa) no momento que todas três aeronaves alcancem a capacidade operacional. O destacamento de uma das aeronaves para o Aeroporto de Kuressaare permitirá uma resposta mais rápida na área oeste da Estônia. Esses helicópteros garantem que o trabalho de proteção das fronteiras externas e do controle das infraestruturas de fronteira estejam de acordo com as exigências da zona europeia Schengen.

Desde o começo das operações em outurbo de 2007, o primeiro helicópteros AW139 da Guarda de Fronteira e Polícia da Estônia com sucesso realizou inúmeras missões de patrulha e busca e salvamento.

Essa recente aeronaves AW139 é a primeira configurada no padrão SAR apresentando o FIPS (Completo Sistema de Proteção contra Congelamento) que permite os voos em áreas conhecidas com formação de gelo; um duplo guincho de resgate; Sistema de Alerta de Colisão de Tráfego (TCAS); moving map; radar meteorológico e de busca; sistema de flutuação de emergência; altofalantes externos; luz de busca; gancho de carga; cockpi integrado com NVG; FLIR; preparação para link de transferência de dados; console de missão; e conjunto dedicado de rádio e navegação.

Batalhão de Operações Aéreas - BOA/MG tem novo comandante

 
No último dia 08 de fevereiro do 2011, ocorreu no Hangar do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais a passagem de Comando do Batalhão de Operações Aéreas – BOA/MG. Contando com a presença do Exmo Sr Comandante-Geral da Corporação, Coronel BM Sílvio Antônio de Oliveira Melo, também estiveram presentes várias autoridades civis e militares que prestigiaram o evento.
O Tenente Coronel Luiz Henrique Gualberto Moreira reassumiu o comando da unidade aérea do Corpo de Bombeiros após ter permanecido por cinco meses na Diretoria de Apoio Logístico contribuindo para diversas aquisições na Corporação.
"Comandar uma unidade especializada constitui um grande desafio. É uma enorme satisfação cumprir esta missão, principalmente por fazer parte da história de criação da unidade", afirma o Oficial que é Piloto de Avião do CBMMG.
O Batalhão de Operações Aéreas do CBMMG foi criado através do Decreto Estadual nº 44.411 de 20 de novembro de 2006, e tem como objetivo maximizar o atendimento à comunidade mineira.
Atualmente opera dois Helicópteros Esquilo B2 VEMD e um avião Cessna 210L Centurion II. O codinome operacional escolhido para a esquadrilha é ARCANJO, pois associa as imagens do bombeiro com a do anjo, fazendo menção às suas missões idênticas de zelar e socorrer os necessitados, voando com rapidez e lhes trazendo alento.
Aliado ao nome, o lema da unidade é: "VOANDO PARA SALVAR".

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Laser verde ameaça segurança de voo.


 

Luz apontada contra pilotos aumenta risco de acidentes; em 2010 foram 60 casos
A popularização de aparelhos de raio laser portáteis verdes está preocupando as autoridades aeronáuticas do País. No ano passado foram registrados cerca de 60 incidentes em que esses dispositivos, semelhantes aos modelos usados em aulas e palestras - porém com um feixe de alcance e luminosidade bastante superiores -, foram direcionados para aviões prestes a pousar ou logo após a decolagem, colocando em risco a segurança dos voos.

Além de causar cegueira temporária e outros danos à visão dos pilotos, os raios podem distraí-los, aumentando as chances de um acidente. O chefe do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), brigadeiro José Pompeu dos Magalhães Brasil Filho, não descarta que isso possa ser o motivo da queda de uma aeronave.

"A aproximação para pouso e a decolagem são as fases mais críticas de voo. O piloto tem de estar com a atenção totalmente voltada para esses procedimentos, pois qualquer distração coloca em risco aquela operação", afirma o brigadeiro.

Segundo o Cenipa, os delitos foram registrados em 12 aeroportos do País. Na avaliação do órgão, o número de ocorrências, no entanto, é muito maior, pois nem todos os pilotos relatam às autoridades.

No Aeroporto do Galeão, no Rio, já há relatos de passageiros sobre o incidente, embora ainda não haja nenhum registro oficial. Desde novembro do ano passado, quando começou a viajar regularmente para Manaus, o arquiteto Rodrigo Mathias, de 26 anos, conta que já viu três vezes o laser verde sendo apontado para o avião durante decolagens e pousos na capital fluminense.

"Aconteceu à noite, quando o avião não estava voando muito alto. Dá para ver um ponto luminoso verde no chão. Como a pessoa fica manipulando o feixe, quando ele te atinge, ofusca a visão." O passageiro conseguiu identificar a origem dos raios: bairros da zona norte da capital fluminense e municípios da região metropolitana.

A prática é crime e a punição prevista no Código Penal é de detenção de 2 a 5 anos. Em um dos casos ocorridos no ano passado, um piloto avisou imediatamente a torre do Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte. Uma unidade da polícia foi acionada e enviou um helicóptero, que identificou a origem do laser e informou uma viatura.

Ao chegar ao local, os policiais descobriram que o responsável era uma criança e levaram o pai para a delegacia.

Um alerta de voo emitido pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) em agosto do ano passado pede que os pilotos redobrem a atenção ao detectar a interferência de raios laser. O Cenipa orienta os tripulantes a relatar os casos e recebe denúncias de passageiros e outras pessoas por meio de seu site (www.cenipa.aer.mil.br), com garantia de anonimato.

Estados Unidos
No último dia 4, o Senado americano aprovou, por 96 votos a 1, a inclusão de uma regra que tornaria crime apontar um laser a aeronaves no espaço aéreo do país. A emenda será incluída na lei de orçamento da Federal Aviation Administration (FAA), órgão americano que regulamenta a aviação civil.

Segundo a agência, 2010 teve 2.836 relatos de laser apontados para aviões, o que representa um aumento de 85% em comparação ao ano anterior (1.527). A evolução dos números aponta uma popularização do laser nos Estados Unidos. Em 2005, foram cerca de 300 incidentes.

Fonte: Glauber Gonçalves (O Estado de S.Paulo) - Imagem: Reprodução